Olá, tudo bem?

Hoje vamos falar sobre o Fotolito, o CTP e quando usar cada um deles.

O processo gráfico offset vem sofrendo diversas mudanças tecnológicas nos últimos tempos. E deixar o processo do Fotolito para usar o CTP (computer to plate ou computer to print) foi um grande ganho para a área, tanto no setor financeiro, quanto no tempo de produção.

Mas para você entender melhor, vou começar explicando o que é um Fotolito.

O Fotolito é uma película transparente de acetato ou poliéster usada como matriz em diversos sistemas de impressão. O processo da realização do fotolito consiste basicamente na revelação do filme com a separação das cores CMYK e/ou Pantone, a fixação do laser e a lavagem e secagem do filme, tudo realizado através de um único equipamento.

Quando uma gráfica usa o sistema de fotolito, depois dele estar pronto há outros processos para transferir as informações da matriz do fotolito para as chapas de alumínio, que por sua vez, irá transferir as informações para o papel.

Quando a gráfica usa o sistema de CTP diretamente, ela pula a etapa do fotolito, pois através de equipamentos avançados, é possível criar as matrizes diretamente na chapa de alumínio, que é gravada a laser por meio de um arquivo digital em PDF (mas cuidado, não é qualquer PDF que serve… veremos em outro texto em breve). Por pular a etapa do fotolito, que inclusive possui mais processos de produção se comparado ao CTP, a empresa economiza tempo e dinheiro, além de aumentar consideravelmente a qualidade final da impressão, já que não há perdas de pontos. Por isso, hoje é o processo mais usado em impressões offset.

Mas o fotolito ainda tem a sua importância dentro do processo gráfico. Embora grande parte das gráfica não as utilizem mais para a impressão, o fotolito ainda é muito usado para acabamentos, como o verniz localizado. Neste caso, vale ressaltar que o fotolito deve ser produzido espelhado.

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